Cabreira Solutions

 
GRANFONDO SERRA D'OSSA

Apresentaçao

Apresentação

Sentir o Alentejo Central na 2ª Edição do Granfondo Serra D`Ossa…

O panorama dos Granfondos nacionais será enriquecido com o surgimento do Granfondo Serra D`Ossa, em 2023, fruto da parceria Cabreira Solutions com a Câmara Municipal de Vila Viçosa, com o apoio dos concelhos circunvizinhos de Borba, Redondo, Alandroal e Estremoz, decorrerá no domingo, 6 de outubro, e trará cerca de mil e duzentos participantes, que sentirão, simultaneamente, as dificuldades e a beleza do terreno, com particular destaque para passagem pela lindíssima Serra d`Ossa, que ficará ainda mais bela com o colorido proporcionado pelos cicloturistas e toda a caravana carismática desta tipologia de eventos de massas.

Com um pelotão com cicloturistas vindos de várias nacionalidades que darão corpo a um extenso pelotão, que se alongará pelas belas estradas desta região, já de si habituadas a provas de ciclismo, mas, neste caso, em grande número e com atletas dotados de andamentos para todos gostos e habituados aos momentos de lazer e turismo proporcionados por esta tipologia de eventos realizados em todo o mundo.

As distâncias delineadas para este evento cicloturístico pretendem abranger diferentes tipos de praticantes, com idades compreendidas entre os 16 e os 80 anos de idade, com premiação nos diversos escalões. Dentro do conceito habitual, os cicloturistas têm a opção de escolha nas distâncias minifondo com cerca de 70 kms e mediofondo com cerca de 100 Kms. Os mais afoitos desfrutam da distância mais longa, o granfondo, com 130 Kms.

Os atletas que viagem até ao Alentejo Central terão ao seu dispor excelentes condições de alojamento convencional e típico, a afamada gastronomia e enologia alentejana e da magnífica tranquilidade da região, que estarão associados ao evento, para além do riquíssimo património histórico e cultural. As passagens pelos concelhos da região ficarão também marcadas pela habitual hospitalidade das gentes locais, habituadas a aclamar os ciclistas profissionais, quer na Volta ao Alentejo, quer na Volta a Portugal, desta vez, terão que o fazer durante horas, dada a dimensão do pelotão e, sobretudo, pela grandiosa interação com os participantes, apanágio nestas organizações.

Nesta que será a segunda edição, os participantes terão a oportunidade de conhecer uma nova região e, logicamente, novos percursos. O ponto de partida e chegada será na cidade de Vila Viçosa, onde estará instalado todo o paddock e centro logístico do evento. “Vale Viçoso”, topónimo inicial que viria a derivar mais tarde para Vila Viçosa, pela beleza, pelo ócio e virtuosismo régio com que sempre foi conotado e para orgulho dos Calipolenses, seus habitantes. Terra de uma das maiores poetisas da literatura portuguesa, Florbela Espanca, que ali nasceu em 1894, foi durante o domínio filipino sede da maior corte ducal da Península Ibérica. O Paço Ducal de Vila Viçosa, imponente ícone da arquitetura renascentista, património nacional e panteão da Dinastia de Bragança, será também ele cenário de passagem dos participantes, sob o olhar atento de D. João IV.

Por entre vinhedos e toda a paisagem sui generis do Alentejo Central, os participantes rumarão em direção a Borba, localidade reconhecida mundialmente pela generosa produção de vinho, queijos e enchidos e que teve um papel fundamental na definição do território nacional, como bastião de D. Afonso II, na conquista aos Árabes, em 1217. Foi a partir dessa data que o mesmo rei iniciou esta povoação, que conta já mais de oitocentos anos de história.

A viagem continuará por Estremoz, onde os visitantes terão ao dispor e como cenário o colossal espólio arquitetónico estremocense e farão os kms iniciais e finais por entre fortificações, castelos e conjuntos monumentais. A corrida passará ainda pelas exemplares ruas e ruelas, adornadas pela típica calçada portuguesa ali existente, toda ela elaborada em mármore, característica comum a toda esta zona, reconhecida como Capital dos Mármores, contribuindo bastante para esta manifestação importantíssima do património cultural português.

Continuaremos a “pedalada” pelo Redondo. Lá chegaremos por entre os montes e o casario típico alentejano, com o horizonte dourado e a alma de branco caiada, “embriagados” pelo sossego, revitalizados pelo aroma emanado pelos descendentes de Baco, retrocederemos até à época medieval e aos tempos do rei “lavrador” D. Dinis, fundador do concelho, que mandou erigir a Cerca Militar da vila de Redondo, hoje, monumento nacional e um dos ex libris a par do Castelo do Redondo, que ilustram um belo postal.

O último concelho a ser visitado, antes do regresso à “casa de partida”, será a Vila do Alandroal, conhecida pela predileção para estadas prolongadas pela dinastia de Avis, onde o Mestre tinha uma coudelaria e a Ordem possuía várias adegas, vinhas, herdades e coutadas, remetendo para a qualidade vitivinícola da região de referência mundial. Destaque para o proeminente castelo de finais do século XIII, com traça arquitetónica árabe, cujo papel de retaguarda foi importantíssimo para a definição de fronteiras e será também “pano de fundo” para as imagens que captaremos para colorir ainda mais o “quadro que pintaremos” neste granfondo.

Neste tipo de eventos, o relevo dado ao enriquecimento cultural faz parte do programa, a par do desenvolvimento de um estilo de vida saudável e o respeito pelo ambiente, cumprindo um plano de sustentabilidade, materializado pela chancela “Pegada Positiva” incutida pela Cabreira Solutions aos participantes, que, inclusive, são premiados pelas práticas exemplares de respeito pelo ambiente e pelo próximo.

Estamos convictos que esta novidade que aqui apresentamos será mais um grande sucesso da Cabreira Solutions, que, por sua vez, continuará ativa na procura de trazer desafios inéditos, reforçando sempre a qualidade reconhecida. Este ímpeto terá ainda uma maior dimensão, porque os participantes e a localidade acolhedora merecem o total envolvimento e o capricho para que todos se deixem encantar por este riquíssimo património natural e paisagístico e pela arte de bem receber cultivada pelos anfitriões, que, de longa data, pretendiam um granfondo na região, pelo dinamismo turístico que acrescenta e pela espetacularidade da envolvente, mas, sobretudo, pelo gosto e cultura da bicicleta que ali se difunde.